domingo, 14 de fevereiro de 2010

Um exemplo que pode ser seguido por alguém em Alagoas.



Desde o início do ano, o Grêmio Barueri, clube da Série A do Campeonato Brasileiro, deixou de ter sede na cidade que dava nome ao clube, levando todos os jogadores e comissão técnica para a cidade de Presidente Prudente, onde realizou a pré-temporada.

Já algum tempo, os donos do clube não estavam satisfeitos com a estrutura - financeira, claro - que a prefeitura oferecia ao clube (como se tivesse qualquer tipo de obrigação).

O clube já não manda seus jogos na Arena Barueri, mas no Estádio Eduardo José Farah, em Presidente Prudente.

O clube publicou nota divulgando a nova alcunha do clube (Grêmio Prudente Futebol Ltda.), após recente reunião com a prefeitura de Presidente Prudente. Segue a nota:

"A direção do Grêmio Barueri Futebol Ltda., em reunião com as autoridades de Presidente Prudente definiu o novo nome de sua equipe: Grêmio Prudente Futebol Ltda.

O Grêmio Prudente, entretanto, só passará a ser assim chamado oficialmente a partir do momento em que todo o tramite burocrático envolvendo a mudança de sede e de razão social for concluído.

Juntamente com a definição do novo nome, o escudo do time também se encontra em processo de readequação e, tão logo este processo seja concluído, será amplamente divulgado."


Por que eu estou falando sobre isso, ainda mais tendo em conta o título do artigo? Recentemente, senhores, o patrono do Corinthians Alagoano, João Feijó, reclamara das poucas condições proporcionadas pelo futebol alagoano ao trabalho do clube (dele). Alegava ele que o futebol alagoano é extremamente deficitário. Pois bem, por que então, não segue o exemplo do time paulista? Eles estavam insatisfeitos com a cidade (prefeitura), o Corinthians se mostra insatisfeito com o estado (estrutura proporcionada por este). Captaram?

Que tal um Corinthians Baiano, ou Pernambucano? Nossa(!), seria bem legal.

Não se trata de adotar o slogan da ditadura - neste caso, "Alagoas, ame-a ou deixe-a". Nada disso! Mas de saber quem realmente - sem puxasaquismo - é benéfico ao futebol de Alagoas.

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